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Iconografia da História
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Apr 28, 2022 • 21min

A SEMANA SA ARTE MODERNA

Nesse áudio, Joel Paviotti fala sobre a Semana de Arte Moderna, mostrando os antecedentes desse evento e o seu papel na constituição do Modernismo brasileiro. Realizada nos dias 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922, no Teatro Municipal de São Paulo, a Semana de Arte Moderna contou com apresentações musicais, exposições de arte, declamação de poemas, apresentações de dança e conferências, expressando o resultado de um processo que já vinha sendo construído há alguns anos e por artistas de diferentes regiões do Brasil. A partir da Semana de Arte Moderna, estabeleceu-se o início da primeira fase do Modernismo no Brasil, cujo objetivo era promover um movimento libertador, que fosse capaz de despertar a verdadeira brasilidade, criando uma nova visão de arte. ▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀ Siga-nos em todas as redes: https://linktr.ee/iconografiadahistoriaoficial ▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀ Narração: Joel Paviotti Texto e roteirização: Adriana de Paula Câmera e produção: Fernando Zeneratto Edição e finalização: IB Media Direção: Caio Picinini
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Apr 17, 2022 • 13min

JESUS, O REVOLUCIONÁRIO

Fala, pessoal! Beleza? Nesse Áudio, Joel Paviotti fala sobre a vida de Jesus, apresentando-o como um revolucionário, que enfrentou os poderosos que dominavam a Judeia. O enfoque aqui é o Jesus histórico, o homem pobre de Nazaré que pregava apontando as contradições do Velho Testamento, fazia milagres e defendia que o reino de Deus não ficava na terra, mas nos céus. Após anos peregrinando pela Galileia, Samaria e Judeia, Jesus chega a Jerusalém, reunindo uma legião de pobres ao seu lado. Ao entrar no Templo, ele quebra bancas de comércio e coloca-se contra cobradores, o que é visto como uma afronta contra os sacerdotes e membros da alta classe. ▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀ Siga-nos em todas as redes: https://linktr.ee/iconografiadahistoriaoficial ▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀ Narração: Joel Paviotti Texto e roteirização: Joel Paviotti Revisão geral: Adriana de Paula Câmera e produção: Fernando Zeneratto Edição e finalização: IB Media Direção: Caio Picinini
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Apr 11, 2021 • 21min

A importância da Filosofia na formação cidadã dos Estudantes

Esse podcast foi gravado para o curso de Especialização Ensino, História e Sociedade ofertado pela UFABC. Nesse programa entrevistamos o professor Hilton Valeriano, docente de filosofia e abordamos as principais dificuldades do ensino do pensamento filosófico na Escola
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Aug 18, 2020 • 53min

Live: Grandes cientistas brasileiros : Episódio: Cesar Lattes.

Realizando o meu sonho de fazer uma série com as biografias dos maiores cientistas e intelectuais da história do Brasil. Estudamos a vida deles e vamos levar a vocês a importância dessas mulheres e homens para a história da ciência brasileira e mundial. Começa amanhã e o primeiro personagem é o físico "Cesar Lattes". Ao lado da minha amiga Thabata Ganga, Cientista da Tecnologia e principal articuladora da rede de produção de materiais em 3d para combate à Covid-19. Manja muito de ciência. Aconteceu no Instagram @iconografiadahistoriaoficial no dia 17/08/2020 as 19:00. Confira Iconografiadahistória (Joel Paviotti) (@iconografiadh):  https://twitter.com/iconografiadh?s=09 Acompanhe também o nosso trabalho no YouTube.  Inscreva-se e deixe seu like. https://bit.ly/39TAtl9
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Jul 9, 2020 • 1h 28min

Live: A história e impacto político do Álbum Sobrevivendo no Inferno do Racionais MCs - Feat Chavoso da USP.

A História do Sobrevivendo no Inferno, disco clássico do Racionais  Hoje recebemos o Thiago Torres o "chavoso da USP" para falar sobre o álbum "Sobrevivendo do Inferno", do Racionais MCs lançado em 1997 que mudou a historia.   Instragram Chavoso:   https://www.instagram.com/chavosodausp/   Não Clique  https://bit.ly/39TAtl9
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Jun 18, 2020 • 17min

Como o Brasil enfrentou a Gripe Espanhola

Como o Brasil enfrentou a Gripe Espanhola Em 1918 chegava no Brasil uma das doenças mais mortais da história do século XX: a Gripe Espanhola  A enfermidade, que ganhou status de pandemia global, ceifou a vida de 100 milhões de pessoas em todo o mundo.  No Brasil, ela causou impactos terríveis.  Hoje, no iconocast, vamos entender melhor como o país se comportou e as consequências da doença em nosso país.
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Jun 1, 2020 • 52min

A questão racial nos Estados Unidos - Das primeiras fazendas de Escravizados ao caso George Floyd

No podcast de hoje trouxemos até vocês a história da questão racial nos Estados Unidos Nesse episódio passamos pela formação das 13 colonias, o início do tráfico de Escravizados ao recente assassinato de George Floyd.
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Mar 19, 2020 • 27min

Gripe Espanhola - A Pandemia que mudou a História

A História da Gripe Espanhola, a doença que propiciou a pandemia mais mortal do Século XX A moléstia, que se transformou em uma pandemia, deixou milhões de corpos por todo o mundo, transformou mentalidades, o conceito de higiene, sistema de saúde e fez com que o mundo imaginasse estar vivendo o apocalipse. O início do Século XX é conhecido por ter alocados anos conturbados para a história da humanidade. A Primeira Guerra Mundial, conflagrada em 1914, fez o mundo conhecer o grande potencial humano de tirar vidas. Foram milhões de mortes, gerações ceifadas no coração dos campos de batalhas e trincheiras. Mas, muito além das desgraças desse grande confronto, a história preparava uma terrível surpresa ainda mais infeliz: a Gripe Espanhola. Causada por uma virulência ligada à "Influenza A", a moléstia ficou conhecida como Gripe Espanhola, pois em 1918, apenas os jornais espanhóis publicavam, com veracidade, informações corretas sobre a doença, pois a nação teve uma participação tímida durante a Primeira Guerra, o que permitiu a preocupação maior com a saúde da população em geral. Os outros países europeus, esses envolvidos diretamente no conflito, evitaram publicar dados e reportagens alarmantes para não mexer com o ânimo das tropas, que já estava bem fragilizado após 4 anos de conflito armado. O primeiro grande surto da doença foi identificado em 1918 e em menos de 3 anos, a pandemia ceifou a vida de aproximadamente 5% da população mundial (várias vezes mais que a Primeira Guerra). As gerações do início do Século XX já haviam testemunhado a guerra e a fome e agora travavam os primeiros contatos com a doença mais mortal da história da humanidade. Esses fatores levaram o imaginário das pessoas da época a acreditar que o apocalipse bíblico se instalava no mundo, ou que a Gripe era fruto de uma engenharia biológica usada como arma bélica por inimigos. O fato é que a Influênza espalhou o caos, o desespero e a incerteza em um mundo que já estava devastado por conflitos e desgraças. Hospitais, casas, postos, trincheiras, mansões e barracos, nada escapava do poder alastrante e invasivo do vírus. Corpos eram jogados todos os dias em valas cheias de cal, cemitérios foram construídos aos montes, a doença chegou a levar famílias inteiras e varreu da história linhagens e sobrenomes. No Brasil, estima-se que 35 mil pessoas tenham morrido vítimas da moléstia. Em São Paulo e Rio de Janeiro, lugares mais afetados pela gripe, corpos enchiam as praças. Com um sistema de saúde quase inexistente, o país foi bastante afetado pela doença que não distinguia ricos e pobres, ela simplesmente se instalava no corpo e tirava a vida do infectado. Famosos como Franklin Delano Roosevelt, Franz Kafka, Walt Disney e Woodrow Wilson foram infectados pela Gripe Espanhola, o que gerou ainda mais caos, paranoia e repercussão. O surto só foi controlado com uma força tarefa internacional, formada por médicos e pesquisadores, que conseguiu isolar o vírus e definir tratamentos para a cura da patologia, mas a Gripe ficou e é conhecida até hoje como a doença mais mortal da história da humanidade. Texto – Joel Paviotti
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Mar 2, 2020 • 24min

Guerra Fria e a História do Vídeo Game

A Guerra Fria foi um período bastante conturbado da história do Século XX. As frequentes tensões entre União Soviética e Estados Unidos transformaram a consciência coletiva da população mundial. O medo de uma guerra nuclear, a corrida espacial e abertura de novos horizontes no espaço sideral influenciaram a criação de obras artísticas importantes na área dos quadrinhos, cinemas, pinturas, propaganda e fez nascer um novo objeto de entretenimento. O Vídeo Game. Os consoles que simulavam uma realidade cujo o jogador tinha controle da situação era o oposto do clima de caos e descontrole da sociedade ocidental da época. Hoje contaremos a história dos vídeo games através da contextualização do período conhecido como Guerra Fria.
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Feb 19, 2020 • 25min

A História do Sistema Único de Saúde

Como era a política de saúde brasileira antes do SUS. O Sistema Único de Saúde, apesar de todas as falhas, foi um grande avanço na história da promoção da saúde pública do no país. Para entender melhor como se deu esse processo, vale a pena virarmos nossos olhos para um passado marcado por muita dor, falta de eficiência, exclusão, mas não muito distante de 2019. Ao longo da história, a saúde sempre foi um problema no Brasil e, especialmente a população mais pobre, sofreu com diversas epidemias e dificuldade de acesso a serviços de saúde e remédios. Em 1942, por exemplo, ao examinar homens que seriam recrutados pela Força Expedicionária Brasileira, os médicos constataram que grande parte desses homens estava com a saúde comprometida. Mesmo com a criação do Ministério da Saúde, em 1953, a situação não melhorou, havia falta de material, equipamento, pessoal qualificado e, principalmente, ausência de políticas de saúde. Nesse cenário, a expectativa de vida do brasileiro era extremamente baixa, não passando de 50 anos. Durante o regime militar, a situação se torna ainda mais grave, pois há uma redução da verba destinada à saúde e o Ministério da Saúde ficou limitado a promover campanhas de vacinação. Desse modo, doenças como dengue, meningite e malária se intensificaram e, devido à desnutrição, falta de saneamento básico e ao avanço dos casos de difteria, coqueluche, sarampo, tétano, poliomielite e doenças diarreicas, a mortalidade infantil atingiu índices alarmantes na década de 70, atingindo 1.417.500 crianças. Em 1966, foi criado o Instituto Nacional de Previdência Social (INPS). Vinculado ao Ministério do Trabalho, esse órgão buscava ações para o tratamento individual dos doentes, ficando a cargo do Ministério da Saúde a elaboração e execução de programas sanitários e a assistência da população em situações de epidemias. Em 1977, foi criado o Inamps (Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social), o qual visava oferecer serviços de saúde aos trabalhadores que tivessem carteira assinada. Esses trabalhadores sofriam um desconto salarial e o governo e as empresas ajudavam a financiar os serviços prestados. Esse órgão nasceu justamente da pressão das grandes empresas para que os funcionários não perdessem dias de trabalho por causa de problemas de saúde, reforçando, mais uma vez, que a saúde não era tratada como um direito, mas como um problema individual. Ao restante da população ficava o encargo de pagar consultas, exames e cirurgias ou contar com a caridade de hospitais filantrópicos. Tanto o INPS quanto o Inamps priorizavam o estabelecimento de convênios com o setor privado, assim, o investimento em serviços próprios era negligenciado. O atendimento ambulatorial restringia-se à psiquiatria, mas, mesmo assim, os hospitais psiquiátricos privados tinham plena liberdade de fazer internações nas condições que lhe conviessem. Diante disso, havia inúmeros casos de pessoas internadas sem possuir qualquer transtorno mental, além de aberrações como o que aconteceu no hospital de Barbacena. Marcado por desvios de verba e por fraudes de prestadores privados, no final dos anos 80, o Inamps entra em declínio, sendo extinto em 1993. Com a Constituição de 1988 e a criação do SUS, a saúde passa a ser assegurada como um direito de todo cidadão e dever do Estado. Desse modo, as políticas começam a caminhar para a implantação de um serviço de saúde pública integral e universal, que deixe de olhar para a saúde como um problema individual e passe a enxergá-la como um bem público.

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