AudioPod

RogSylwa
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Sep 16, 2024 • 8h 7min

8hs Com Som de Chuva - Relaxante P/ Dormir, Estudar ou/e Meditar

A frequência do som de chuva constante geralmente tem cerca de 500 Hertz, assim como os outros sons da natureza possibilitando uma categorização chamada “ruído verde”. Enquanto isso, chuvas mais fortes, tempestades e trovões têm frequências ainda mais baixas, sendo consideradas ruídos marrons.  Justamente por ter menos frequências altas, mas também não ter frequências tão baixas, a chuva pode ser considerada um ruído rosa. E são esses ruídos que, normalmente, induzem muitas pessoas a um estado mais meditativo, provocando o relaxamento e ajudando a acalmar o cérebro ativo. Mas o que há na chuva que a torna tão relaxante? Primeiramente, de acordo com um estudo do Programa de Medicina Comportamental do Sono da Universidade de Michigan, os sons da chuva criam um som de fundo que pode mascarar outros ruídos mais agudos ou incômodos no ambiente. O zumbido contínuo e rítmico da chuva também pode ser relaxante simplesmente por ser um som natural, e as evidências do estudo citado acima que pesquisou o sono de pacientes submetidos a cirurgia apontam para alguns benefícios psicológicos nos sons de água, como a redução da ansiedade e do estresse.
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Sep 9, 2024 • 2h 7min

Ética & Gestão de Saúde - Clóvis de Barros Filho & Paulo Chap Chap

Na saúde particularmente, a ética é importante para que haja equidade no atendimento. Um exemplo é o atendimento preferencial para pacientes idosos, crianças e casos urgentes, pois é o senso ético que faz emergir como valor a priorização dos grupos mais vulneráveis da sociedade
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Sep 2, 2024 • 30min

Jóia - Emmanuel & Chico Xavier

Este Audiolivro não se apresenta com o título gravado na capa porque tenhamos a pretensão de super valorizá-lo.“Jóia,” em sinonímia legítima quer dizer pessoa de qualidades excelentes ouentão objeto de subido valor.E nós, individualmente, reconhecemos a nossa indigência para expor qualquer obra de primorosa confecção.Esse título que nos foi sugerido por um amigo, se refere a Nosso Senhor Jesus Cristo, cujos ensinamentos inspiraram as nossas páginas pobres que se configuram por pálidos reflexos das lições do Divino Mestre.Esta explicação, leitor amigo, dar-te-á notícia de que apenas tentamos explanar algo do contexto e  nossos  problemas diário  da Terra, à luz dos ensinos de Jesus, reconhecendo-lhe no Evangelho de Paz e Amor a mais preciosa Jóia que desceu dos Planos Divinos, descerrando-nos caminhos de progresso e acendendo a luz capaz de doar-nos a verdadeira sublimação. Emmanuel(Uberaba, 21 de fevereiro de 1985)   O Consolador Revista Semanal de Divulgação Espírita            
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Aug 26, 2024 • 43min

Mudança Interna e a Nova Geração - Monja Coen

Líder budista e escritora, Monja Coen revelou em suas redes sociais que foi diagnosticada com câncer de pele. Em vídeos publicados no Instagram, ela afirmou que está realizando o tratamento de quimioterapia localizada. “Estou dando de novo retorno do meu tratamento, fica pior antes de ficar melhor.
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Aug 19, 2024 • 1h 6min

Luiz F. Pondé - O Animal em Ruínas

Vivemos cercados por grades de seguranças e câmeras que vigiam; temos medo de assaltos, medo da crise, medo do terrorismo e da doença. Para sobreviver temos que fugir de nós mesmos. Afastamos todos os dias o pânico de nos sabermos mortais. Mas será que temos mais medo hoje do que tínhamos no passado? Ou será que o homem sempre foi esse animal atormentado?
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Aug 12, 2024 • 24min

A História da Arte - Parte 4

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Jul 29, 2024 • 14min

Demétrio Magnoli

Demétrio Magnoli é Sociólogo, autor de “Uma Gota de Sangue: História do Pensamento Racial”. É doutor em geografia humana pela USP.
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Jul 22, 2024 • 2h

O Mal Primordial: O Orgulho Nosso de Cada Dia - Leandro Karnal

Um dia, o mais belo arcanjo, Lúcifer, disse Eu ao invés de Nós. Surgia o ser individual que se destacava da criação e buscava um lugar de consciência de si, onde antes só havia o coletivo da criação. Iniciava-se a história.  Na mitologia religiosa, o mensageiro do Mal preside ao pecado original da soberba e da vaidade. O mundo contemporâneo rebatizou a soberba como autoestima e a necessidade de se amar acima de tudo, como repete o mantra de quase toda a literatura que vende felicidade em drágeas nas bancas dos aeroportos.  A humildade, o recato e a modéstia passaram de virtudes a deficiências de lítio. O encontro trata do mais original e primordial de todos os pecados, o orgulho, capaz de seduzir a todos, especialmente aqueles que se consideram humílimos. De atributo maléfico,  o orgulho virou parte do mundo burguês contemporâneo. A virtude/defeito erigiu estátuas, criou biografias e deleites pessoais.  Perdida a inocência/humildade original, resta o anseio pelo Nós, rejeitado pelo pai da mentira, ou seja, pelo pai de todos nós. Filhos legítimos do individualismo orgulhoso, lutamos pela adoção de um mundo humilde e voltado ao outro, ou seja, o mundo oposto a todos nós. Apátridas, vagamos fixados na miragem do humilde modelo criado por nós, que insiste em estar além do espelho borgiano.  Parte deste Aleph pode ser encontrado ao se destrinçar o fascinante mundo do Orgulho.
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Jul 15, 2024 • 25min

A História da Arte - Parte 3

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Jul 8, 2024 • 6h 3min

Fahrenheit 451 - Ray Bradbury

Um clássico da distopia com uma mensagem cada vez mais atualGuy Montag é um bombeiro. Sua profissão é atear fogo nos livros. Em um mundo onde as pessoas vivem em função das telas e a literatura está ameaçada de extinção, os livros são objetos proibidos, e seus portadores são considerados criminosos. Montag nunca questionou seu trabalho; vive uma vida comum, cumpre o expediente e retorna ao final do dia para sua esposa e para a rotina do lar. Até que conhece Clarisse, uma jovem de comportamento suspeito, cheia de imaginação e boas histórias. Quando sua esposa entra em colapso mental e Clarisse desaparece, a vida de Montag não poderá mais ser a mesma.Um clássico da ficção científica e da literatura distópica, Fahrenheit 451 foi escrito originalmente como um conto: "O bombeiro", contido no volume Prazer em Queimar: histórias de Fahrenheit 451. Incentivado pelo seu editor, transformou a ideia inicial em um romance, que se tornou um dos livros mais influentes de sua geração – e também um dos mais censurados e banidos de todos os tempos. Foi adaptado para o cinema duas vezes, a primeira pelas mãos do lendário cineasta francês François Truffaut, e depois para diversos formatos.Escrito durante a era do macartismo – a sistemática censura à arte promovida pelo governo americano nos anos 1950 – Bradbury costumava dizer que a proibição a livros não foi o motivo central que o levou a compor a obra, e sim a percepção de que as pessoas passavam a se interessar cada vez menos pela literatura com o surgimento de novas mídias, como a televisão. Com o passar do tempo, Fahrenheit 451 ganhou muitas camadas de interpretação: a história de um burocrata que questiona a vileza do seu trabalho, o poder libertador da palavra, a estupidez da censura às artes.Embora soubesse estar testemunhando uma transformação social única, Bradbury afirmava não acreditar que o cenário que imaginou se tornaria realidade tão rápido. Lançado em 1953, Fahrenheit 451 é hoje uma obra de leitura indispensável junto com 1984, de George Orwell, e Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley.

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