

Filosofia Vermelha
Glauber Ataide
Venha aprender sobre filosofia, política e psicanálise! Podcast produzido na Alemanha por Glauber Ataide, mestre e bacharel em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com especializações em Teoria Psicanalítica e Aconselhamento Filosófico.
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Sep 8, 2021 • 18min
Os tipos de ateísmo
O ateísmo é popularmente definido como falta de crença em Deus. Enquanto esta definição capta algo de verdadeiro, ela é muito ampla e pouco útil para a reflexão. Definir significa delimitar, e quanto mais ampla uma definição, tanto pior.
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O ateísmo é apenas uma das formas da descrença em Deus. Além disso, há vários subtipos de ateísmo. É possível ser um descrente sem ser um ateu, mas todos os ateus são descrentes. O indivíduo pode não crer, por exemplo, pelo fato de ser agnóstico. A suspensão agnóstica da crença em Deus é a posição de que a razão não é capaz de decidir sobre o assunto, resultado por exemplo da Crítica da razão pura, de Immanuel Kant.
Assim como a crença em Deus pode ser psicologicamente motivada, há um tipo de ateísmo para o qual a psicanálise também pode nos fornecer uma explicação. Conceitos como o de desemparo, como desenvolvido em O futuro de uma ilusão, de Sigmund Freud, e o de Complexo de Édipo podem nos auxiliar a compreender uma das modalidades da descrença.

Sep 1, 2021 • 24min
Contra fatos não há argumentos?
Dizer que "contra fatos não há argumentos" parece ser uma afirmação devastadora. Quem usa este clichê geralmente pretende encerrar a discussão como seu vencedor inconteste. A ideia é que uma referência à "realidade" seria capaz de provar a validade do que se está debatendo, pondo fim a meras e frágeis especulações teóricas.
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Este recurso tem alguma força, contudo, apenas em um debate entre "consciências ingênuas", como afirmava o filósofo alemão George Wilhelm Friedrich Hegel. Seus leitores sabem que os "fatos", na verdade, não são tão "fatos" assim.
Afirmar que "contra fatos não há argumentos" pressupõe que é possível ter acesso direto à realidade, de forma imediata (sem mediações). Este nível de consciência é tão elementar que, em sua "Fenomenologia do Espírito", obra que descreve a "experiência da consciência" em sucessivos estágios, Hegel lhe coloca logo no primeiro capítulo.
Ao final, indicamos também uma obra de Theodor Adorno na qual ele discute em vários pontos a oposição entre dialética e positivismo, mostrando que os "fatos", embora ingenuamente considerados tão "concretos", são na verdade abstratos. O termo "abstrato", em Hegel, significa não aquilo o que geralmente se entende no cotidiano, como algo imaterial, por exemplo, mas sim aquilo que é isolado, que ainda não foi refletido, que não foi considerado em suas contradições internas e em sua relação com o todo.

Aug 27, 2021 • 10min
A ciência refuta a religião?
A ciência trata de fenômenos da experiência, e Deus, o principal objeto da religião, não é dado na experiência. Qual área da ciência poderia dizer qualquer coisa sobre Deus? A física? A química? A biologia? A astronomia? Nenhuma delas. Qual área da ciência poderia "refutar" os principais postulados metafísicos da religião? Ora, se são metafísicos, isso significa que estão além da experiência, e a ciência simplesmente não pode dizer nada sobre o que está além da experiência.
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O trabalho de refutação dos postulados metafísicos da religião só pode se dar através de uma crítica da metafísica, e isso é tarefa da filosofia, não da ciência. Ademais, este trabalho só pode ser negativo, já que não é possível provar a inexistência de qualquer coisa. É necessário mostrar, como fez Kant, os limites do que é possível conhecer, a arquitetônica de nossa razão e por que somos levados a formular determinados conceitos devido à estrutura da razão e do entendimento. Por que, por exemplo postulamos o sistema de causa e efeito, por que nossa razão leva necessariamente a uma ideia de absoluto, etc.
A luta entre ciência e religião é como uma luta entre um ser material e um fantasma: as armas da ciência atravessam o espectro da religião sem atingi-la. Aqueles que defendem a "vitória" da ciência sobre a religião ainda não entenderam a natureza do debate, e sua adesão à ciência não é menos dogmática que a de seu oponente à religião.

Aug 20, 2021 • 14min
Deus existe ou não? A aposta de Pascal
A aposta de Pascal é um argumento pragmático que busca decidir qual a melhor escolha a fazer quanto à existência de Deus.
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Forte crítico do racionalismo cartesiano, Blaise Pascal (1623-1662) afirmava que a razão não é capaz de decidir sobre a existência ou a não-existência de Deus, de modo que devemos simplesmente apostar. Tendo em vista o que podemos perder e o que podemos ganhar, o filósofo e matemático francês vai afirmar que a melhor opção é a de que Deus existe, pois se ele de fato existir e fizermos a escolha certa, nosso ganho será infinito. Se apostarmos, ao contrário, que ele não existe e perdermos, nosso prejuízo será infinito (perda da salvação, inferno).

May 18, 2021 • 21min
A morte em Heidegger
A resposta à pergunta "o que você faria se este fosse o último dia de sua vida?" revela aquilo com o que mais nos importamos, como realmente queremos viver nossas vidas. O que fazer se as próximas vinte e quatro horas forem as últimas? Andar sem roupas pelas ruas? Dizer algumas verdades ao vizinho? Passar o tempo com a família? Estudar filosofia?
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O indivíduo, ao viver cada dia como se fosse o último, não perderia tempo com gestos vazios, mas se concentraria em ser ele mesmo. A sensação de iminência da morte faz com que a vida corra diante dos olhos, momento no qual a história de cada um é revista como um todo, e suas vitórias e seus fracassos são contabilizados. Ao sentir a fragilidade da vida sentimos também seu significado, de modo que a morte faz com que cada um encare a si mesmo. A certeza da morte seria, por isso, libertadora, pois livra-nos das trivialidades da vida cotidiana.
Imbricada a esta certeza da morte está a angústia, a qual possibilita uma resposta autêntica - chamada por Heidegger de Vorlaufen1 - à morte. Traduzida às vezes como "antecipação", Vorlaufen significa, literalmente, "correr antes", sendo "enfrentar", talvez, uma melhor tradução. A existência autêntica envolve encarar a mortalidade, não no sentido de se preocupar em quando o falecimento virá, mas antecipando a finitude de suas próprias possibilidades e escolhendo à luz desta finitude. Perceber que cada momento pode ser o último nos liberta das distrações e das trivialidades dos outros.

Apr 26, 2021 • 19min
Deus está morto
O que Nietzsche queria dizer com esta forte e polêmica imagem da morte de Deus? É óbvio que ele não dizia que o homem literalmente matou Deus, um ser metafísico - e menos ainda a facadas, como sugere o texto. O significado da afirmação da morte de Deus tem um alcance bem mais amplo do que o de exprimir uma forma de ateísmo comum.
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Não foi exatamente Nietzsche quem disse que "Deus está morto". Essa frase foi proferida por um louco, um personagem de sua obra "A gaia ciência", da mesma forma que não foi Shakespeare quem disse "ser ou não ser, eis a questão", mas Hamlet, um de seus personagens.
Nietzsche se referia na verdade ao que Deus representava para a cultura europeia, à crença cultural compartilhada em Deus que no passado havia sido a característica que unia e definia a Europa. Nietzsche estava falando da Europa sem Deus. A ideia é que a noção cristã de Deus estava morta, não podia mais ser racionalmente aceita. Ele falava da decadência da metafísica no pensamento ocidental.

Apr 12, 2021 • 26min
A indústria cultural em Adorno e Horkheimer
O conceito de indústria cultural serviu para designar, inicialmente, o complexo industrial e comercial de produção e distribuição de bens culturais na Europa e nos EUA desde a as primeiras décadas do século XX. Por este conceito não se deve compreender os dispositivos eletrônicos em si, tais como rádio ou televisão, mas sua apropriação pelo capitalismo monopolista e seu emprego através de uma lógica de produção de bens culturais.
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O objetivo inicial da indústria cultural era, além de lucrar com uma ótima oportunidade de negócios, também estabelecer padrões de comportamento em massa, já que a organização dos trabalhadores, forte naquela época, representava um perigo real ao capitalismo.
Este sistema buscava não apenas influenciar a demanda por determinadas mercadorias, mas também tornar minimamente previsíveis o comportamento social e político das massas.
O principal texto em que a indústria cultural é discutida por Adorno e Horkheimer é um artigo que se encontra na obra Dialética do esclarecimento, intitulado Indústria cultural: esclarecimento como mistificação das massas.
Algumas das características da indústria cultural que abordamos neste vídeo são 1) a expropriação do esquematismo, 2) a classificação de cada indivíduo em um “estilo” e 3) o fetichismo dos bens culturais.

Sep 15, 2020 • 47min
Deus existe? O argumento ontológico de Anselmo de Aosta
Desde sua primeira elaboração na obra "Proslógio" (1078), de Anselmo de Aosta, o argumento ontológico para a prova da existência de Deus percorreu uma significativa trajetória na história da filosofia. Descartes, Spinoza e Leibniz o reformularam na modernidade, e Kant, em sua "Crítica da razão pura", identificou que todos os outros possíveis tipos de provas da existência de Deus o pressupõem. Novas versões do argumento surgiram também no século XX, destacando-se as de Kurt Gödel e Alvin Plantinga.
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No livro abaixo você pode encontrar um artigo de minha autoria discutindo sobre o tema:
https://www.loyola.com.br/produto/filosofia-da-religiao-5243
("Filosofia da religião: problemas da Antiguidade aos tempos atuais", Edições Loyola)

Sep 10, 2020 • 23min
Introdução à psicanálise
A psicanálise surgiu como um método de tratamento das neuroses. Suas primeiras categorias surgiram da prática clínica, não de meras elucubrações teóricas de gabinete. Uma leitura parcial de Freud, principalmente quando limitada apenas àquelas aplicações sociais das descobertas da psicanálise (como "O mal-estar na civilização" ou "O futuro de uma ilusão", por exemplo), pode nos dar uma imagem equivocada do conjunto da obra.📚 Compre aqui meu novo livro: https://amzn.to/3Lv0E9dCurso "Introdução à filosofia - dos pré-socráticos a Sartre": https://www.udemy.com/course/introducao-a-filosofia-dos-pre-socraticos-a-sartre/?referralCode=51CAB762A412100AFD38Curso "A filosofia de Karl Marx - uma introdução": https://www.udemy.com/course/a-filosofia-de-karl-marx-uma-introducao/?referralCode=D0A85790C60A2D047A37Clube de leitura: https://www.youtube.com/watch?v=WWEjNgKjqqIApoia.se: seja um de nossos apoiadores e mantenha este trabalho no ar: https://apoia.se/filosofiavermelhaNossa chave PIX: filosofiavermelha@gmail.comAdquira meu livro: https://www.almarevolucionaria.com/product-page/pr%C3%A9-venda-duvidar-de-tudo-ensaios-sobre-filosofia-e-psican%C3%A1liseMeu site: https://www.filosofiaepsicanalise.orgCom o passar do tempo, a psicanálise se transformou em um método geral de investigação dos fenômenos psíquicos, e daí sua utilidade para compreender eventos que se manifestam também em pessoas normais, e não apenas nos neuróticos, tais como os chistes, os atos falhos e os sonhos. Abarcando praticamente toda produção humana espiritual, ela também serviu para analisar a arte, a literatura e a religião, e suas descobertas tiveram impacto profundo em áreas como filosofia e sociologia.

Aug 30, 2020 • 24min
Hegel e a Fenomenologia do Espírito
Uma das obras mais difíceis de Hegel, a Fenomenologia do Espírito é também uma das mais importantes dos últimos séculos. Quem se aventura a encará-la sem nenhum aviso prévio ou preparação pode desistir logo nas primeiras páginas.
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Neste episódio queremos dar algumas dicas metodológicas mais gerais e também indicações bibliográficas para facilitar a vida de quem pretende ler a obra. Uma vez dentro do mundo e da linguagem de Hegel, esta "ciência da experiência da consciência" é praticamente um romance.


