

Estadão Analisa com Carlos Andreazza
Estadão
O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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May 16, 2024 • 23min
A queda de Prates e a interferência política de Lula na Petrobras
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva demitiu nesta terça-feira, 14, o ex-senador Jean Paul Prates do comando da Petrobras. Para o seu lugar, o petista indicou Magda Chambriard, ex-diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) durante o governo de Dilma Rousseff. A demissão de Prates acontece um dia após a divulgação do balanço da companhia. A estatal fechou o primeiro trimestre de 2024 com lucro líquido de R$ 23,7 bilhões, 37,9% a menos do que há um ano, e 23,7% inferior ao registrado no trimestre imediatamente anterior. O ex-presidente da Petrobras disse a amigos que considerou sua demissão “humilhante” e está avaliando a possibilidade de se desfiliar do PT. A gestão de Prates à frente da Petrobras foi marcada por atritos com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Os dois trocaram farpas públicas por diversas vezes em relação aos rumos da empresa — que, formalmente, é subordinada ao Ministério de Minas e Energia. Desde o início do governo, houve embates entre os dois pelos espaços de poder na companhia. Na divisão acertada no governo, Silveira ficou responsável pelos nomes do conselho de administração, e Prates, com a direção executiva, que toca o dia a dia da empresa. No início de março deste ano, a crise se agravou com a decisão da Petrobras de reter dividendos extraordinários, o que levou a companhia a perder R$ 56 bilhões em valor de mercado em um único dia. A decisão foi revertida em assembleia de acionistas no fim de abril. Afinal, o que essa troca no comando da Petrobras pode significar política e economicamente para a companhia? Ao interferir politicamente nos rumos da empresa, Lula comete os mesmos erros do governo Dilma Rousseff? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Raquel Landim, jornalista, colunista do Estadão e autora do livro ‘Why Not’. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rebeca Freitas Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 15, 2024 • 22min
Os recados nada animadores para Lula na pesquisa da Quaest
A maioria dos brasileiros avalia que, hoje, pouco antes de completar um ano e meio de seu mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não merece mais uma chance como presidente nas eleições de 2026. De acordo com dados da pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira, 13, são 55% os que rejeitam um novo mandato para Lula, enquanto 42% acham que o petista merece mais uma chance. Segundo o levantamento, a única região em que a maioria do eleitorado defende que Lula tenha nova oportunidade em 2026 é o Nordeste, onde 60% apontaram essa opção e 38% rejeitaram a hipótese. A situação de Lula é mais difícil no Sudeste, onde os que rejeitam uma nova chance ao petista são 63%. Mesmo que a pesquisa Genial/Quaest tenha mostrado que as pessoas responsabilizam mais o governo estadual do que o federal, o petista tem se incomodado com a atuação da sua equipe. Lula passou a cobrar dos auxiliares a elaboração de medidas que tenham impacto imediato na população afetada pela catástrofe ambiental. Apesar da rejeição majoritária a um novo mandato, Lula é a figura política com o maior índice de voto entre os personagens testados. Ele poderia receber o voto de 47% dos eleitores, contra 39% do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em um cenário simulado para a eleição presidencial de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria 46% das intenções de voto, enquanto o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), 40%. Afinal, já há elementos para projetar as eleições de 2026? Esses resultados podem impactar as eleições municipais deste ano? E de que modo essas recentes pesquisas influenciam os rumos do atual governo? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Graziella Testa, doutora em ciência política, professora da FGV de Brasília e pesquisadora do INCT Representação e Democracia. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rebeca Freitas Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 14, 2024 • 38min
Conteúdo Patrocinado: Conexão – Transformação Digital
A combinação entre bases de dados externa e interna é a chave do sucesso na adoção de IA generativa. E esse é o tema desta edição do podcast Conexão – Transformação Digital. Uma produção do Estadão Blue Studio em parceria com a Salesforce.Neste episódio, Anderson Chamon, cofundador e vice-presidente de tecnologia e produtos do PicPay, e Fabio Costa, general manager da Salesforce, falam sobre a trajetória da instituição financeira que vislumbrou a rápida evolução tecnológica e hoje atende 35 milhões de brasileiros.Ouça!See omnystudio.com/listener for privacy information.

May 14, 2024 • 23min
O acirramento da polarização em meio à tragédia no RS
Na semana passada, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), pediu para deputados de diferentes partidos pararem a politização, a polarização e a discussão ideológica relacionada à maior enchente da história do Rio Grande do Sul. “Pediria a todos os parlamentares que no dia de hoje evitassem qualquer tipo de debate que não mostre cautela, prudência, respeito e solidariedade com o povo do Rio Grande do Sul no Plenário hoje”, disse. Mesmo diante de uma tragédia como essa no Rio Grande do Sul, o que se vê são lados opostos no espectro ideológico trocando acusações e ampliando o clima de rivalidade. Um dos casos que acabou ganhando repercussão nas redes sociais foi a do prefeito de Farroupilha, Fabiano Feltrin (PP-RS), e do ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta. Feltrin afirmava que o governo federal tem "descaso" com a cidade, com coisas pendentes em todos os municípios e que as cidades precisam de dinheiro. Entretanto, o ministro Paulo Pimenta, também gravou a ligação completa e sem cortes e a expôs nas redes sociais, deixando mais claro o contexto da chamada e também o motivo da cidade de Farroupilha não ter recebido mais dinheiro. Essa não é a primeira vez que uma catástrofe aumenta o acirramento de narrativas e da polarização política. Durante a pandemia, as milícias digitais se utilizaram da desinformação para distribuir milhares de notícias falsas sobre as vacinas, crises em hospitais, descarte de doações e atuação dos profissionais da saúde. Afinal, o quão prejudicial pode ser essa polarização política durante uma catástrofe como a do RS? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o colunista do Estadão e da Rádio Eldorado, Diogo Schelp. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 13, 2024 • 14min
Morning Call: Começa a ENEF, semana nacional da educação financeira
O Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca a redução da taxa Selic pelo Copom na semana passada, o que levou a Bolsa de Valores à queda nos dias subsequentes, na contramão dos mercados internacionais. Já com a divulgação do IPCA de abril, a confiança não piorou, mas também não melhorou muito. O programa ainda lembra que hoje começa a ENEF, organizada pelo Fórum Brasileiro de Educação Financeira, com vários eventos gratuitos focados em “Proteção Financeira e Solidariedade aos Irmãos do Rio Grande do Sul”. See omnystudio.com/listener for privacy information.

May 13, 2024 • 24min
O quanto a tributação sobre salários atrasa o crescimento do País?
Os encargos trabalhistas custeados pelas empresas no Brasil superam os salários pagos para os empregados. De acordo com estudo do professor titular da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) José Pastore, o custo chega a 103,7% das remunerações. Para a contratação de um trabalhador com salário de R$ 2.287 na indústria — remuneração média para um indivíduo com ensino médio completo — as empresas gastam R$ 2.371,62 com encargos. No Brasil, empresas de 17 setores da economia contam com desoneração da folha salarial, pagando impostos menores sobre a Previdência Social. A desoneração foi criada em 2011, no governo Dilma Rousseff, tendo sido prorrogada em todos os governos posteriores. No ano passado, a Câmara e o Senado aprovaram a prorrogação do benefício, até 2027, por ampla maioria: na Câmara, foram 430 votos favoráveis e 17 contrários; enquanto que no Senado o tema foi aprovado em 10 minutos, por meio de votação simbólica. O governo passou por cima da decisão do parlamento e recorreu ao Supremo Tribunal Federal. O relator, ministro Cristiano Zanin, acatou a ação protocolada pelo governo e suspendeu a desoneração. O julgamento, no entanto, foi paralisado após pedido de vista do ministro Luiz Fux, que tem até 90 dias para devolver o processo. Na semana passada, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmaram que fecharam um acordo sobre a tributação dos 17 setores econômicos atendidos pela política de desoneração da folha de pagamentos. Pelo acordo, as empresas não serão tributadas neste ano, e um escalonamento da cobrança começará a valer no ano que vem e se estenderá até 2028. A tributação sobre a folha de pagamentos do 13º salário só ocorrerá no último ano. Afinal, o quanto a tributação sobre as empresas atrasa o crescimento do País? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o economista Robson Gonçalves, professor do MBA da Fundação Getulio Vargas (FGV) O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 11, 2024 • 25min
Tecnologia #324: #Start Eldorado: IA integrando "multinegócios"
A integração de vários processos industriais com a Inteligência Artificial em umagrande empresa, para a qual é fundamental que os dados circulem com fluidez esegurança entre as diversas áreas do negócio, sustentando as atividades industriais dentro dos princípios das fábricas 4.0 (inteligentes e conectadas) e o planejamento de segmentos diferentes como agricultura, nutrição animal, bioindústria, farmacêutica e logística - tudo isso com a visão feminina na liderança. Nesta edição, o Start Eldorado recebe Rosanne Close, Latam Digital Solutions Lead da Cargill, e Regina Acher, cofundadora da Laboratoria (organização que impulsiona mulheres a construírem uma carreira transformadora em tecnologia). O programa vai ao ar às 21h na Rádio Eldorado (FM 107,3 para toda a Grande SP), aplicativos, site e Alexa, todas as quartas-feiras, com apresentação de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

May 10, 2024 • 24min
O trabalho da meteorologia na era dos extremos climáticos
Um dos questionamentos que se faz depois dos sucessivos desastres ambientais no Brasil é: de que maneira o Estado pode se antecipar a tragédias como essa? Hoje, as políticas públicas não abordam os eventos extremos como a nova realidade, e acabam sempre atuando no pós-tragédia. Na área urbana, a adaptação climática está exigindo um remodelamento do planejamento urbano, afastando o potencial construtivo da beira da água e de locais com possibilidade de desmoronamento. Outro ponto para a prevenção de eventos climáticos extremos é o constante monitoramento eficiente com rápida resposta. Além disso, um eficaz sistema de alerta local deve ser implementado para avisar a população da real ameaça de desastre iminente, emitido pelos órgãos responsáveis. No caso gaúcho, um novo sistema meteorológico estava previsto para ser inaugurado ainda no segundo semestre deste ano. A instalação deste radar para o Estado ficará no município de Montenegro no Vale do Caí, cobrindo o Vale do Taquari e a Região Metropolitana de Porto Alegre, uma das mais afetadas. Cientistas apontam que são necessários locais seguros e rotas de fuga para salvar vidas durante esses eventos, juntamente com um sistema de alerta eficaz que emita alertas em tempo hábil e garanta que as populações e setores em risco recebam o aviso. Afinal, os atuais modelos de previsão meteorológica são suficientes? Como podemos garantir a segurança das comunidades em face a desastres naturais cada vez mais frequentes e intensos? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o meteorologista Mário Quadro, professor e vice-coordenador do mestrado em Clima e Ambiente do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC). O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 9, 2024 • 24min
A ajuda financeira ao RS e o risco de irresponsabilidade fiscal
A tragédia no Rio Grande do Sul mostrou a necessidade de se criar medidas fiscais para ajudar no resgate das pessoas atingidas e também na reconstrução do Estado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que não haverá "impedimento da burocracia" para que o poder público adote medidas em nível federal para ajudar a recuperar a região. Na última terça-feira, o Senado aprovou, em votação simbólica, o projeto de decreto legislativo que reconhece o estado de calamidade pública no Rio Grande do Sul e permite que os gastos com o socorro ao Estado fiquem fora da meta fiscal. A partir de agora, o governo estará autorizado a liberar créditos extraordinários para auxiliar o Estado sem contabilizar essa despesa no teto e nem seguir regras de contenção dos gastos públicos. A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, destacou que o governo gastará “o que for necessário”, mas com transparência e controle, para não repetir erros da pandemia. O problema é que parte do Congresso tem usado essa questão para aumentar a flexibilização de medidas econômicas. O PT soltou nota a favor do chamado “orçamento de guerra”, igual ao que foi adotado durante a pandemia da covid em 2020. Na época do covid, a medida acabou trazendo um problema, com populistas usando esses recursos para fins eleitorais. A própria suspensão do pagamento da dívida do Rio Grande do Sul para a União já provoca uma movimentação no Senado para discutir a questão de outros estados. O presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que pode ser pré-candidato ao governo de Minas Gerais, é um dos entusiastas da ideia de criar um formato que garanta prazos e indexadores mais favoráveis ao pagamento das dívidas. Afinal, ao mesmo tempo em que é preciso disponibilizar recursos diante de uma tragédia, como evitar um colapso fiscal? No ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar sobre o assunto com a economista e professora da FGV, Carla Beni. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

May 8, 2024 • 34min
Tragédia no RS: os retratos do sofrimento, as histórias de solidariedade
A catástrofe que atinge o Rio Grande do Sul tem apresentado histórias emocionantes, de esperança, mas também de dor. Milhares de voluntários têm se desdobrado para conseguir minimizar os problemas enfrentados por milhares de famílias gaúchas. As doações também têm sido cruciais para abastecer a região com produtos que já estão em falta, como água. Há relatos de quem, mesmo ilhado, e correndo risco de vida, não quer deixar a sua casa com medo de furtos. Além disso, pessoas pararam o que estavam fazendo para poder preparar marmitas para os desabrigados e, ainda, há quem tenha se preocupado em receber os animais resgatados. Para piorar, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) avisa que uma nova frente fria no sul do Rio Grande do Sul vai provocar mais chuva e derrubar a temperatura nesta semana. O instituto emitiu um aviso de tempestade de nível vermelho para as regiões do Chuí, Rio Grande e Pelotas. Nessas localidades, há previsão de chuva superior a 60 mm/h ou maior que 100 mm/dia, ventos superiores a 100 km/h, e queda de granizo. Nos municípios mais a oeste, como Bagé, Alegrete e Barra do Quaraí, as chuvas terão menor intensidade, mas ainda assim podem provocar danos ao solo já encharcado. A questão é que essas tempestades devem ocorrer também sobre a Lagoa dos Patos, que tem ligação com o Rio Guaíba, que pega a capital Porto Alegre. Com isso, a situação de cheia do lago pode piorar e voltar a atingir a cidade. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um Projeto de Decreto Legislativo que reconhece o estado de calamidade pública no estado. Dessa forma, despesas que estiverem relacionadas à situação de calamidade pública devido às enchentes não precisarão passar por licitação, o que agiliza o socorro e a reparação dos danos. Segundo a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, o governo federal ainda não tem uma estimativa para o volume de recursos necessários para reconstrução do Estado. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, defendeu a união dos Poderes Legislativo e Executivo em socorro das vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. Para falar mais sobre a atuação dos voluntários e as histórias de quem perdeu tudo nesta tragédia no Rio Grande do Sul, no ‘Estadão Notícias’ de hoje, vamos conversar com o repórter Luciano Nagel, que está em Porto Alegre. O ‘Estadão Notícias’ está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.


