

Estadão Analisa com Carlos Andreazza
Estadão
O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.
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Nov 10, 2018 • 23min
ESPECIAL: Tecnologia #36 #StartEldorado
Ouça o Start Eldorado, sobre tecnologia, mercado e transformação digital, que vai ao ar às quartas-feiras, às 22h. Veículos inteligentes e conectados entre si, com equipamentos urbanos e até com celulares dos pedestres: conheça essa tecnologia. E saiba mais sobre os testes de carros autônomos, na conversa com Hélio Oyama, da Qualcomm, e Tarcísio Triviño, da Volvo. A apresentação é de Daniel Gonzales e os comentários são de Renato Cruz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 9, 2018 • 24min
Bolsonaro vai conseguir acabar com o "toma lá, dá cá"?
Ao aprovar o reajuste para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) na última quarta-feira, o Senado Federal deu demonstrações claras de que não vai facilitar o caminho para a governabilidade do presidente eleito Jair Bolsonaro. Pelo menos não da maneira como se imaginava. Segundo o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), a votação contrária aos interesses do novo mandatário “foi um recado”. É claro que os parlamentares não agiram apenas por retaliação ou por falta de afago, mas deu sinais de que é preciso se negociar mais para ver seus interesses atendidos. A grande questão é: será mesmo possível acabar com o “toma lá, dá cá”, conforme prometeu Bolsonaro em toda sua campanha? Em que medida se dará a interlocução do novo governo com o Congresso Nacional? Fizemos essas perguntas ao experiente repórter Marcelo de Moraes, integrante do BR18, que cobre o Parlamento brasileiro há 25 anos. Confira ainda a tradicional coluna “Direto ao Assunto”, com os comentários de José Nêumanne Pinto.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 8, 2018 • 24min
O que revelam os primeiros sinais do governo Bolsonaro?
Edição desta quinta-feira (08) apresenta uma análise dos primeiros sinais revelados na transição para o futuro governo do presidente eleito Jair Bolsonaro. A redução do número de ministérios e a criação de alguns superministérios podem garantir uma gestão mais eficaz da máquina pública? Os primeiros movimentos da transição de governo já indicam o empenho na tentativa de aprovar a reforma da Previdência ainda neste ano. Demonstram também a promessa de combate à corrupção e ao crime organizado com o anúncio do nome do juiz Sérgio Moro para o Ministério da Justiça e da Segurança Pública. E como ficam os partidos políticos, que exerceram forte influência e se aproveitaram do loteamento de cargos nos últimos governos? Mais um ponto que chama a atenção é a importância dos militares na formação do novo governo. Por outro lado, as primeiras declarações de Jair Bolsonaro sobre política externa deixaram dúvidas e provocaram reações de parceiros comerciais do Brasil. Vamos acompanhar as avaliações dos cientistas políticos Ricardo Borges Martins e Alberto Carlos Almeida. Confira ainda mais análise política na nossa tradicional coluna “Direto ao Assunto”, com os comentários de José Nêumanne Pinto.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 7, 2018 • 26min
Moro quer replicar força-tarefa em ministério
Na sua primeira entrevista coletiva após ter aceitado assumir o Ministério da Justiça no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro, o juiz federal Sérgio Moro deu algumas diretrizes de como pretende atuar no comando da pasta no ano que vem. Além de reforçar a agenda anticorrupção, lastro evidente de seu trabalho na 13ª Vara Federal de Curitiba, Moro também diz que será prioridade combater o crime organizado. Ao longo de uma hora e meia de conversa com os jornalistas, procurou se mostrar afiado com a pauta de Bolsonaro, afirmou que almeja criar forças tarefa no modelo da Lava Jato e rechaçou suspeitas levantadas pelo PT de que teria agido para favorecer a candidatura Bolsonaro. É o Moro político que se apresenta pela primeira vez publicamente. Conversamos sobre o assunto com o repórter do Estadão, Ricardo Brandt, que acompanhou a coletiva ontem na capital paranaense, além de cobrir a Lava Jato desde suas primeiras operações. Episódio de hoje ainda traz a opinião do editor do Caderno 2, Ubiratan Brasil, sobre a cinebiografia de Freddie Mercury, do Queen, que está em cartaz nos cinemas do Brasil. O filme virou motivo de polêmica em redes sociais após diversos internautas relatarem que a obra tem sido alvo de vaias ou reações preconceituosas por espectadores durante cenas de afeto homossexual. Confira também o comentário do dia de José Nêumanne Pinto na coluna “Direto ao Assunto”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 6, 2018 • 21min
Bolsonaro quer copiar Trump na política externa?
Os posicionamentos do presidente-eleito Jair Bolsonaro em matéria de política externa já têm rendido consequências antes mesmo de sua posse como o novo chefe do Executivo nacional. Ontem (05), o Egito cancelou a visita do atual ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, ao país em razão de Bolsonaro assumir apoio explícito a Israel e manifestar a intenção de mudar a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém. Essa não é a única polêmica fomentada a partir das novas diretrizes do futuro governo em termos de política internacional. Bolsonaro já falou em cortar relações diplomáticas com Cuba e criticou o Acordo de Paris. Por outro lado, há uma importante aspiração para uma guinada na esfera econômica para que o Brasil possa buscar parceiros mais fortes no cenário externo, especialmente os EUA e a União Europeia. Afinal, qual será o nível de protagonismo do País perante o mundo no governo Bolsonaro? Debatemos o tema com um especialista no assunto, o professor do Direito da FMU, Manuel Furriela. Episódio de hoje ainda comenta a nova tentativa da defesa do ex-presidente Lula de pedido de liberdade do líder petista junto ao STF. A base argumentativa para o pedido é o fato do juiz Sérgio Moro ter aceitado assumir o Ministério da Justiça. Isso pode funcionar? Confira também o comentário do dia de José Nêumanne Pinto na coluna “Direto ao Assunto”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 5, 2018 • 29min
Se fake news fosse poluição, eleição seria pico de aquecimento global
O que o Brasil aprendeu nas eleições das fake news? O balanço após um processo profundo, doloroso e histórico não é uma questão fechada. As primeiras pistas indicam que o País sai fortalecido, porém ferido e cheio de lições de casa para fazer. Além do suposto envolvimento de empresas na compra de pacotes de disparos em massa de mensagens no WhatsApp para atingir partidos, o debate foi marcado pela agressividade na produção de informações camufladas de notícias. A presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo (Projor), Angela Pimenta, conecta fake news a um problema global: “Se a mentira com fins eleitorais pode ser comparada a lixo, a poluição digital, nós estamos diante de um fenômeno cujo tamanho talvez possa ser comparado ao aquecimento global. E os momentos de pico são justamente as campanhas eleitorais”. Ainda nesta edição, Jamil Chade, correspondente do Estadão em Genebra, na Suíça, revela como a Europa enfrenta o problema ao banir o termo fake news dos documentos oficiais do governo britânico.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 3, 2018 • 25min
ESPECIAL: Tecnologia #35 #StartEldorado
Ouça o Start Eldorado, sobre tecnologia, mercado e transformação digital, que vai ao ar às quartas-feiras, às 22h. Nesta edição, o programa conversa com Juarez Quadros, presidente da Anatel, e com Thiago Lopes, secretário de política de informática do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. A apresentação é de Daniel Gonzales e os comentários são de Renato Cruz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 2, 2018 • 21min
Como será a política externa do governo Bolsonaro?
Durante a campanha eleitoral, Jair Bolsonaro (PSL) e seu guru econômico e futuro ministro da economia, Paulo Guedes, fizeram inúmeras críticas ao Mercosul e aos acordos comerciais com a China. Sobre esse assunto, conversamos com Bernardo Wahl, professor de Relações Internacionais da FMU e da FESPSP. Segundo ele, essa sinalização do futuro governo de que o Mercosul não estará no radar de prioridades da agenda externa do País é uma tentativa de se distanciar da política adotada pelos governos petistas, nos quais houve uma aproximação comercial com os países do bloco. Um exemplo disso foi o anúncio de que a primeira viagem internacional do presidente eleito será ao Chile, diferente de Lula e Dilma que foram à Argentina em seus primeiros compromissos no exterior. E ainda: PSDB sai dividido depois das eleições de 2018. Os tucanos já não se bicam e mudanças podem ocorrer dentro do partido. O repórter de política do Estadão, Pedro Venceslau, fala sobre o racha dentro do PSDB. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Nov 1, 2018 • 20min
Governo Bolsonaro escapará do loteamento de cargos?
Edição de hoje apresenta uma análise dos primeiros sinais de formação do futuro governo do presidente eleito Jair Bolsonaro. O desenho inicial prevê um superministério da Economia, incluindo as atuais pastas da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio e ainda a junção da Agricultura e do Meio Ambiente em um mesmo ministério. A ideia seria reduzir o número de pastas de 29 para 15 ou 16. Com esses primeiros movimentos, conseguiria o futuro presidente cumprir a promessa de escapar do loteamento de cargos e das indicações meramente políticas para agradar aliados? E como ficaria a chamada governabilidade até hoje baseada na troca de cargos por apoios em forma de votos no Congresso? Outro tema em pauta é a reforma da Previdência, com declarações conflitantes de integrantes da equipe de Bolsonaro logo depois da vitória nas urnas em 28 de outubro. Vamos acompanhar as avaliações da cientista política e professora da PUC-SP Vera Chaia e do professor de Filosofia da Faap Luiz Bueno. Confira ainda mais análise política na nossa tradicional coluna “Direto ao Assunto”, com os comentários de José Nêumanne Pinto.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oct 31, 2018 • 25min
Há risco real de volta da influência política dentro das Forças Armadas?
O crescimento da importância dos militares em nossa política institucional já começou no governo Michel Temer. A nomeação de militares no Ministério da Defesa e no Gabinete de Segurança Institucional são exemplos disso. Agora, eles terão vital importância no governo Jair Bolsonaro, além do vice General Mourão, alguns militares da reserva devem ocupar ministérios. Sobre o aumento do protagonismo militar na nossa democracia e o papel que as Forças Armadas podem desempenhar no futuro governo de Bolsonaro, o Estadão Notícias conversou com Gunther Rudzit, professor de Relações Internacionais da ESPM e especialista em Forças Armadas. Para ele, ainda não há riscos de uma influência militar nos pontos centrais do governo, com exceção das áreas ligadas à segurança pública e infraestrutura. Caberá ao Congresso e à própria sociedade a vigilância sobre o aumento da influência política dentro das Forças Armadas, segundo o professor. E ainda, aliados do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) dizem que a indicação do juiz Sérgio Moro para o Ministério da Justiça seria um atalho necessário para ele chegar ao Supremo Tribunal Federal (STF), conversamos com a editora da ‘Coluna do Estadão’, Andreza Matais, sobre o assunto.See omnystudio.com/listener for privacy information.


