projeto Querino

7. Salve-se quem puder

Aug 6, 2022
Jurema Werneck, ativista e diretora executiva da Anistia Internacional Brasil, com trajetória no movimento negro e saúde pública. Conversa sobre como desigualdades estruturais e racismo elevaram mortes na pandemia. Relata memórias pessoais da ausência de assistência, discute saberes populares e cura afro-brasileira. Analisa o papel do Estado, do SUS e das mobilizações comunitárias na vacinação.
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INSIGHT

Desigualdade Estrutural Aumentou Mortes Na Pandemia

  • A pandemia revelou que desigualdades estruturais aumentaram a mortalidade entre negros, indígenas e pobres no Brasil.
  • Jurema Werneck afirma que negligência e ações deliberadas do Estado agravaram a crise sanitária.
ANECDOTE

História Pessoal Que Mostra Falta De Acesso

  • Jurema Werneck conta a história da mãe que morreu jovem sem diagnóstico ou chance de tratamento adequado antes do SUS.
  • O relato ilustra como a ausência de saúde pública negava oportunidades de sobrevivência a populações pobres e negras.
INSIGHT

Saberes Tradicionais Supriam Ausência Estatal

  • No Brasil colonial e imperial, a maior parte da população estava sem assistência médica pública e dependia de práticas religiosas e populares.
  • Esses saberes tradicionais e curandeiros (africanos e indígenas) foram centrais para a sobrevivência comunitária.
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