
Expresso da Manhã Artur tem o mesmo nome do avô Cupertino de Miranda, mas preferiu a vida de marchand à vida de banqueiro
Mar 22, 2026
Joana Leitão de Barros, jornalista e escritora, narra a trajetória de Artur Pires de Lima, marchand que trocou o banco do avô pela vida das artes. Fala-se da boémia em Paris, das redes com críticos e colecionadores europeus, da mentoria de Heinz Berggruen e dos grandes negócios e vendas que o tornaram figura central do comércio de arte.
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De Banqueiro a Marchand Pela Noite Parisiense
- Artur Pires de Lima recusou a vida bancária e trocou-a pela boémia cultural em Paris que lhe abriu portas no mercado da arte.
- Em Londres trabalhou no Lloyds e começou a frequentar casas de leilões; essas noites e contactos transformaram-se na sua carreira de marchand.
Mentoria de Berggruen Moldou O Marchand
- Heinz Berggruen foi mentor decisivo que ensinou Artur a ler e perceber a pintura moderna, moldando-o como negociador cultural.
- A relação com Berggruen deu-lhe prestígio e acesso às coleções de Picasso que apoiaram transações maiores.
Quadros de Mestres Passaram Pelas Mãos De Artur
- Artur negociou obras de nomes como Degas, Matisse, Kandinsky e Braque e tratava essas peças com naturalidade no relato das suas sessões.
- Perdeu parte da documentação por vida nómada, mas manteve catálogos e fotografias dedicadas que comprovam negócios de alto nível.
