O vício da lotaria instantânea verifica-se, sobretudo, em pessoas com mais de 50 anos e com rendimentos abaixo do salário mínimo. São mais mulheres que homens e são também pessoas com menos escolaridade. Um estudo da Universidade do Minho traça a dimensão do vício e o perfil do jogador da raspadinha, mas o problema é conhecido há anos e o Estado nada fez para o resolver. A receita de mil e quinhentos milhões de euros anuais também vicia? Neste episódio, conversamos com a jornalista Raquel Moleiro.
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