António Costa transformou-se num artista do arame com ventos à direita e à esquerda, sem ter a quem se agarrar e rede onde cair. Com o diabo a chegar em forma de pandemia e crise económica – e com a crise política como cenário possível -, o primeiro-ministro mantém a fleuma, ou pelo menos parece menos nervoso do que o Presidente da República. O desfecho desta novela está nas mãos do Bloco de Esquerda, que terá de conseguir mais do que mínimos para valer a pena deixar passar o Orçamento para 2021
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