
Market Makers #346 | O ALERTA BRUTAL SOBRE O FUTURO DO MERCADO FINANCEIRO
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Apr 12, 2026 Bruno Stein, sócio e head de ETFs da Galápagos Capital, veterano com passagens por BlackRock e Vanguard. Fábio Guarda, sócio e CIO, com ~25 anos em gestão de ativos e alocação institucional. Conversem sobre o crescimento explosivo dos ETFs no Brasil, vantagens tributárias da renda fixa, impacto sobre fundos tradicionais e a possível revolução com tokenização e ETFs ativos.
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A Inflação Do ETF Acontece Quando Atende Demanda Local
- ETFs explodem quando atendem uma demanda local já existente. Bruno Stein e Fábio Guarda destacam que o ETF só cria demanda se houver oferta que resolva o problema do investidor, como renda fixa no Brasil.
- Dois gatilhos cruciais foram a regulamentação técnica para ETFs de renda fixa (criação/redemption) e a mudança para fee based na distribuição em 2021–2022 que liberou escala.
Como O EWZ Mostrou O Risco Para Gestores Locais
- Bruno conta como investidores estrangeiros preferiam ETFs (EWZ/MSI) porque evitavam cross‑border e tributação, reduzindo alocação para fundos locais ativos. Essa experiência motivou sua aposta em ETFs no Brasil.
- A aquisição do iShares pela BlackRock e roadshows internacionais mostraram que ETFs estavam mudando a captura de fluxos globais.
Mude Para Fee Based Para Disparar Adoção De ETFs
- Adote o modelo fee based como assessor para recomendar ETFs sem conflito de incentivos. Fábio e Bruno explicam que o fee based alinha assessor e cliente, ao contrário da comissão que favorece produtos que pagam rebate.
- Para gestores, migrar parte da distribuição para ETFs amplia acesso ao investidor sem gatekeepers bancários.






