Com a divulgação de milhares de documentos sobre a rede de exploração sexual comandada pelo multimilionário americano Jeffrey Epstein, as suspeitas atravessaram o Atlântico. Menções a membros de monarquias, diplomatas e ex-líderes governamentais europeus têm levado a renúncias e inquéritos. Mas o que há ou poderá ter de diferente na forma como a Europa trata o tema e pune seus criminosos?