Arthur Dapieve, comentarista da GloboNews e professor de Jornalismo Cultural na PUC-Rio, traça a trajetória de Bad Bunny de Porto Rico ao palco do Super Bowl. Conversa sobre a potência cultural do show, os símbolos porto-riquenhos no palco, a postura política do cantor e as possíveis repercussões na imagem de Trump e na influência latina nos EUA.
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Super Bowl Como Curtametragem Latino
O show do Super Bowl trouxe cenas de casita, trabalhadores do campo e um desfile de bandeiras latino-americanas.
Bad Bunny encerrou exibindo a frase em inglês: "a única coisa mais poderosa que o ódio é o amor".
insights INSIGHT
Reação Política De Trump
Donald Trump criticou o show e afirmou que ninguém entende o que Bad Bunny canta.
A reação potencialmente acirra tensões culturais e políticas entre latinos e a administração Trump.
insights INSIGHT
Trajetória De Porto Rico Ao Mundo
Bad Bunny saiu da classe média baixa de Porto Rico e construiu carreira postando no SoundCloud.
Sua trajetória inclui trabalhos humildes e formação parcial em comunicação audiovisual antes de explodir internacionalmente.
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Convidado: Arthur Dapieve, comentarista da GloboNews e professor de Jornalismo Cultural na PUC Rio. Bad Bunny levou ao palco do maior evento esportivo dos Estados Unidos uma apresentação inteiramente em espanhol, carregada de símbolos latino-americanos e referências a Porto Rico, onde nasceu. Ele foi a atração do intervalo do Super Bowl – final da liga de futebol americano, com audiência de 135 milhões de telespectadores apenas nos EUA – deste domingo (8), realizado na Califórnia. Quando o cantor porto-riquenho foi anunciado como atração do evento, em outubro do ano passado, Donald Trump disse não saber quem ele era. Depois do show, o presidente americano afirmou que ninguém entende uma palavra do que Bad Bunny diz. Nos Estados Unidos, são 68 milhões de latinos, 20% da população total do país. E o artista, que é crítico da política imigratória de Trump, venceu o Grammy 2026 de Melhor Álbum do Ano e foi o mais ouvido no Spotify global em 2025 – suas músicas já foram reproduzidas mais de 20 bilhões de vezes na plataforma. Convidado de Natuza Nery neste episódio, Arthur Dapieve conta a trajetória de Bad Bunny, da classe média baixa de Porto Rico até se tornar uma estrela da cultura pop global. Comentarista da GloboNews e professor de Jornalismo Cultural na PUC Rio, Dapieve também analisa o impacto do show para a imagem de Trump e comenta a influência latina na cultura e na economia dos Estados Unidos.