O fascismo nunca existiu
Book • 1976
Eduardo Lourenço reúne ensaios críticos que problematizam a ideia de classificar o Estado Novo como um fascismo idêntico aos modelos europeus históricos, explorando especificidades portuguesas.
O autor analisa textos do período pós-revolução (o livro original é de 1976) e questiona quais mudanças efetivas ocorreram após o 25 de Abril além do fim da censura e da polícia política.
Lourenço discute as relações entre as Forças Armadas, a Igreja e o Estado, bem como ideias de normalidade social produzidas pelo regime.
A obra procura clarificar o que mudou no país e como essas transformações moldaram a identidade política portuguesa.
Trata-se de leitura essencial para quem pondera conceitos de fascismo e transição democrática em Portugal.
O autor analisa textos do período pós-revolução (o livro original é de 1976) e questiona quais mudanças efetivas ocorreram após o 25 de Abril além do fim da censura e da polícia política.
Lourenço discute as relações entre as Forças Armadas, a Igreja e o Estado, bem como ideias de normalidade social produzidas pelo regime.
A obra procura clarificar o que mudou no país e como essas transformações moldaram a identidade política portuguesa.
Trata-se de leitura essencial para quem pondera conceitos de fascismo e transição democrática em Portugal.
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discussing Eduardo Lourenço's analysis of whether Estado Novo should be labeled fascist.

Pedro Mexia

Livros da semana: Abril, Jesus, fascismo e palavras


